29/12/2015

Minha história como Mãe

A história de hoje é da mamãe Grazi que dividiu com a gente as dificuldades com a amamentação e nos mostrou a importância de tentar superar.

"Me chamo Grazi Hoff, de 28 anos, e tenho uma linda menina de 2,5 meses que se chama Nayah. Foram 3 anos tentando engravidar, enfim, fui abençoada! 

Quando minha bebê nasceu, foi o momento mais incrível do mundo, a melhor sensação que senti, claro, depois da descoberta da gravidez, esse sem dúvida foi o melhor momento! 

No primeiro mês passei por muitas adaptações com ela, pois inexperiente, precisava de ajuda pra tudo (claro que a gente se vira, mas no fundo também sabe que precisa de ajuda). 

A primeira semana foi aquela dificuldade de pegar o peito, pois com mamilos invertidos tive que ter muita paciência para minha bebê pegar. Mas tive!  Além do que levou 3 dias pra descer meu leite por causa da cesárea. Então, depois de muito tentar fazê-la pegar ao natural (e sem sucesso) optei por comprar aqueles bicos de silicone pra ver se ela pegava.. Deu certo!! Graças a Deus! 

17/12/2015

Não foi o planejado, mas foi o melhor jeito

"A Maya nasceu no dia 17 de setembro de 2006 às 15:11h. Antes disso precisei renascer. Somente após os nossos "partos" de renascimento, eu e o Edgar fomos capazes de trazer a nossa Maya à luz. Relato aqui um pouquinho dessa história.

Tenho 29 anos e sempre fui muito superprotegida e mimada pelos meus pais. Acredito que este foi o melhor jeito que encontraram de dar amor, mas essa superproteção me fez insegura e com um grande medo de fazer as coisas à minha maneira. Escrevo isso para deixar claro que contrariar os meus pais e, em especial, a minha mãe, sempre foi dificílimo para mim. Sentia-me incapaz. Não que nunca tenha feito isso, mas talvez nunca tenha contrariado em algo tão essencial quanto a gestação de uma criança. Além disso, a minha mãe viveu durante sete anos sob uma depressão muito profunda, tendo a mim como elo para a vida. Até bem pouco tempo atrás essa situação influenciava muito nas minhas decisões.

08/12/2015

O melhor presente no momento mais inesperado



“Pra mim a Manuela desde que decidiu que viria ao mundo resolveu fazer do jeito dela. Desde a gravidez inesperada, sete meses depois do nascimento do Teodoro até a forma como foi o parto. Eu tenho a impressão que isso será um traço na personalidade dela: imediatismo. Vamos aguardar.

Bom, tudo começou numa quinta feira depois do carnaval, quando fui levar o Gabriel na casa da minha mãe, pois eu iria a um retiro da igreja e ficariamos até domingo em um hotel. Quando eu voltava de lá dirigindo, tive um clique, não sei, fiquei pensando que dia era, que dia deveria ficar menstruada e me deu um insight: "tô grávida". Cheguei em casa, falei isso pro Marcos. Ele me disse que não era não, vamos pro retiro, na semana que vem a gente vê isso.

01/12/2015

Trabalho X Maternidade

Acácia com a filha enquanto trabalhava em casa
Quando a licença-maternidade está para acabar e chega a hora de voltar a trabalhar, a dúvida é sempre a mesma: "e agora, o que fazer, como vou me dividir?". No texto de hoje, Acácia Lima, fala sobre esse momento difícil na vida de todas as mamães.

"Quanto mais eu converso com as mães, especialmente as de primeira viagem, mais eu me convenço de que existe um dilema imbatível entre trabalhar e entregar a maternidade para o tempo "que sobra" e ser uma mãe presente e abrir mão de uma carreira corporativa. Digo "imbatível" porque não há como ganhar com 100% de satisfação nas duas pontas: ou se é uma profissional bem sucedida e cheia de culpa ou uma mãe perfeitamente feliz com essa condição mas que precisou abrir mão do sucesso profissional convencional (sim, porque há outros).

16/11/2015

Depressão pós-parto: essa história precisa ser contada

A depressão pós parto é uma das questões mais temidas e preocupantes no final do período gestacional. Estima-se que pelo menos
60% de novas mães passam por uma condição de forte melancolia após dar a luz ao bebê, e essa fase é conhecida como Baby Blues. Muitos são os sentimentos durante essa fase delicada, com uma mistura de tristeza e desesperança. Várias mamães passam por períodos de muito choro a alternância de humor. E isso é um assunto que precisamos dar a devida atenção. Hoje, a mamãe Ana* dividiu sua história com a gente.

"Postei em meu perfil do Facebook a história de Noemia Sena, mãe que teve sua bebê há 26 dias e infelizmente sucumbiu à depressão pós parto levando junto sua princesinha recém nascida. Fato trágico e doença mais comum do que muitos imaginam, sei por experiência própria o que ela sentiu quando cometeu esse ato extremo, pois senti e pensei o mesmo a alguns meses atrás... por fim em tudo...

12/11/2015

Minha gravidez apesar da endometriose

Hoje o relato é da mamãe Marcela, que está esperando o primeiro filho. Ela conta como foi sua luta contra a endometriose e como está sendo a tão desejada gravidez. Depoimento emocionante e que nos mostra que acreditar é o melhor caminho.

"Sou Marcela Lima, tenho 26 anos, casada e grávida de 6 meses do meu filho Leonardo. 

Em 2012 após perder um bebê e de sentir intensas cólicas, um médico me falou sobre a suspeita de endometriose profunda no útero. Nesta época eu não pensava em ter filhos ainda ( aquele bebê foi uma surpresa não planejada) e tinha muitos projetos para meu futuro profissional. Pesquisava muito sobre endometriose e vi que o maior mal desta doença era, além das dores incapacitantes, a infertilidade, me assustei e fui atrás de tratamentos, para que quando eu decidisse engravidar novamente, não tivesse dificuldades e problemas de saúde. 

Após a ida a diversos médicos que negaram atender e tratar meu caso, consegui um contato de um médio cirurgião especializado em histerectomia ( retirada de útero e ovários) que já havia tratado de várias pacientes com endometriose, através da videolaparoscopia ( uma cirurgia minimamente invasiva ) várias pacientes conseguiram sessar a dor e com a inseminação artificial realizar o sonho de engravidar. 

10/11/2015

Escute mais o seu coração e seja uma mãe mais feliz!

O depoimento de hoje é da mamãe Anne, que nos mostra que apesar de todo o preparo, planejamento e estudo, o mais importante na criação dos filhos é sempre escutar o coração e aproveitar todos os momentos.

"A mamãe do Enzo não nasceu de um dia para o outro, ela foi se transformando durante 24 anos e 9 (curtos rss) meses, em um projeto que ganhou vida em uma noite de sexta feira cheia de lágrimas e emoções!
Hoje eu sinto que foi através da maternidade que eu me encontrei comigo mesma, foi através deste amor incondicional doado e recebido por aquele serzinho tão pequeno que eu realmente me senti completa... A vida mudou..eu mudei.. E ABSOLUTAMENTE tudo foi diferente do que o imaginado.

Em muitos momentos destes 14 meses de vida do meu pequeno eu me senti perdida, sozinha, insegura, impotente (sou enfermeira, trabalhei por dois anos em pediatria, ensinei diversos conteúdos sobre este assunto, mas ninguém me ensinou a ser mãe, porque isto, minhas caras amigas, só se aprende vivendo)....em meio a milhões de vozes, revistas, conhecimentos e mitos.... 

05/11/2015

Amamentação, preconceitos e mitos

Amamentar é difícil. Dói no início. Justo no início em que muita coisa está confusa e parece que vai durar para sempre! Noites mal dormidas, cansaço, a imensa responsabilidade de cuidar de um serzinho completamente indefeso e ainda por cima alimentá-lo com o próprio leite. Tudo isso somado a intensa carga emocional: amor demais, medo, transformações hormonais.

Sim, a mulher parece que não vai aguentar. Muita gente falando muita coisa. Visitas que nem sempre percebem que o foco é o bebê e não o chazinho ou o novo corte de cabelo dela. Avós que pretendem ajudar, mas vez por outra entregam um olhar de reprovação, julgamento ou dúvida. Não é fácil mesmo!

Aliado a mama machucada, o primeiro mês parece interminável. Dá vontade de ir correndo ao pediatra e pedir suporte. Frequentemente, quando a mãe chega nesse ponto, o suporte vem com a chamada "fórmula" (leite em pó). Raramente, encontra-se uma médica ciente completamente da importância da amamentação e que sabe que essa mãe só precisa de um incentivo e a estimula a continuar.


Tenho uma amiga, Márcia, que passou por grande dificuldade. Quase parou de amamentar logo nos primeiros meses. A pediatra do filho dela, que também é pediatra da minha filha (Dra. Renata Scatena), gentilmente a incentivou. No começo, até a mama melhorar, indicou uma fórmula, mas deixou a mãe ciente de que era por pouquíssimo tempo. Assim foi: logo que a mama melhorou a Márcia voltou a amamentar e até hoje seu filho mama no peito (ele tem 1 ano e 3 meses).

Uma outra amiga, Wanessa, teve gêmeas, imagine! Amamentar uma já é difícil, que dirá duas! Nos casos gemelares a indicação é complementar com fórmula, por motivos óbvios. A Wanessa seguiu em frente e amamentou até as meninas terem 7 meses.

Recentemente uma lei foi aprovada no intuito de proteger toda mãe que queira amamentar em público. O estabelecimento que proibir a amamentação no local será multado em R$ 500,00. Tudo isso para garantir a livre demanda. Na minha opinião, é triste precisarmos de uma lei para proteger um gesto natural e fundamental para a vida de nossos bebês, mas, mais triste ainda são os olhares de reprovação que uma mãe percebe quando precisa amamentar em público. Para isso não há multa.

"Por que não cobre?","por que não vai ao banheiro?" e mais recentemente "pobre fazendo pobreza" são algumas das barbaridades que se ouve por aí. O mais escandaloso e incompreensível ainda é que saber que são mulheres, na maioria das vezes, que destilam tanta acidez.

Wanessa e a gêmeas
Não, não é para mostrar o peito que amamentamos em público! Para isso existe decote, carnaval e balada!

Não, não é para seduzir! Para isso jamais usaríamos um sutiã cor de nada com um buraco no meio e uma mama cheia de leite!

Não, não é para constranger ninguém! Para isso existem ignorantes de plantão que falam sobre o que não sabem, são mal educados e não respeitam nada!

Amamentamos em público porque nossos bebês tem fome e somos adeptas da livre demanda!

Bebês que são amamentados exclusivamente no peito são, sim,mais saudáveis porque adquirem os anticorpos das mães. Tem maior noção de saciedade e, portanto, não terão tendência a obesidade. Terão pouca probabilidade de adquirir diabetes. Tem força maxilar. Tem mil benefícios, além da extrema doação de afeto naquele abraço quentinho e carinhoso da mãe ao amamentar. A orientação do Ministério da Saúde é amamentar até os dois anos e, com muita sorte, dedicação e amor, chegarei lá com minha pequena.

Não é coisa de pobre amamentar! É coisa de mãe!

Acácia Lima é mãe da Mariana, de 1 ano e 3 meses.

29/10/2015

Grávida aos 18 anos

E quando engravidamos sem planejar e, além disso, quando ainda somos novinhas? O que fazer? A história de hoje nos mostra que a novidade insperada pode sim ser difícil, mas que com o tempo tudo vai se encaixando e o filho se transforma no maior amor do mundo.

"Minha menstruação sempre foi desregulada e não podia tomar remédio porque tinha fortes dores de cabeça. Namorava desde os 15 anos e aos 18 engravidei sem planejar.

Meu namorado ficou bravo porque não estava nos planos dele casar tão cedo.De um dia para o outro me virou as costas e tive que falar sozinha com a minha família. Graças a Deus, recebi o apoio da minha mãe. Meu pai no começo ficou inconformado mas aos poucos foi aceitando e quando minha filha nasceu virou o melhor avô do mundo.

27/10/2015

Meu sonho realizado

Quando se trata de gravidez, por mais que planejemos todos os detalhes, algumas coisas podem sair diferentes. Mas o importante é o final feliz. Hoje, a mamãe Thayse dividiu com a gente como foi o seu parto.

"Eu e meu marido estamos juntos desde a adolescência e casados há 6 anos. Ano passado decidimos ter um filho e então parei o remédio esperando engravidar logo, passaram 10 meses e em cada um eu chorava quando percebia que não havia conseguido. Até que então veio a dúvida e fiz um exame de sangue e paralisei de emoção com o POSITIVO, cheguei em casa e preparei uma surpresa para meu marido, eu achava que esse era o dia mais feliz de nossas vidas. Começaram os preparativos para a chegada do nosso bebê, me vi envolvida num mundo mágico onde tudo é lindo e emocionante. Aproveitamos cada fase da gestação desejando um parto normal por ser mais saudável para os dois.

22/10/2015

Minha gravidez não planejada

O post de hoje é mais um depoimento emocionante e nos mostra como nem tudo na nossa vida sairá como o planejado, mas que o inesperado também é maravilhoso. A mamãe Andrea conta como foi descobrir a gravidez não planejada e como foi todo o resto a partir daí.

"Meu nome é Andrea, tenho 30 anos, sou fisioterapeuta e tenho uma clínica de estética na Praia Grande/SP.

Sempre sonhei em trabalhar muito, me estabilizar, viajar pelo mundo e ficar na casa dos meus pais (não tem coisa melhor do que ter tudo a mão, rs!). Minha rotina era sair de casa às 7 da manhã e voltar às 11 da noite, sempre muito cansada, pois trabalhava e ia direto para academia.

20/10/2015

A difícil volta ao trabalho

Sabemos, mais do que ninguém, que mãe tem quer ser mil e uma mulheres, desempenhar inúmeras funções e dar conta de tudo não é e nunca será fácil. E é sobre isso que o texto de hoje fala, Acácia Lima relata como foi voltar ao trabalho depois do nascimento de sua filha e também conta um pouquinho sobre o início do “Somos Mães de Primeira Viagem”.

“Comecei a trabalhar muito cedo, por vontade própria. Lembro que aos 14 anos consegui um emprego e minha mãe foi contra, pois achava que era cedo demais. Fiquei pouquíssimo tempo lá, além da minha mãe não gostar da ideia, o horário era complicado para conciliar com a escola.

Depois disso, voltei a trabalhar com 17 anos e trabalhei em algumas empresas, mas desde muito cedo tive uma veia empreendedora. Lembro de um jornal que comecei a fazer em casa mesmo, grampeando as folhas, colando as matérias, figuras, etc.

15/10/2015

As estrias que eu amo

A Amanda se viu diante de um impasse depois de sua gravidez que causava insegurança e mexia com sua autoestima. As temidas e indesejadas estrias apareceram e causaram um certo desconforto no princípio, mas que no final, com uma pitadinha de amor tudo se resolveu. E foi com muito amor que a Amanda não deixou que detalhes tão pequenos afetassem a grandiosidade que é ser mãe. E em seu relato, ela deixou claro que no final de tudo o que menos importa são as estrias.

"Dos meus entraves sentimentais, ter amor pelas minhas estrias deve ter sido uma das guerras mais homéricas dos últimos tempos no meu coração. Nós mulheres já somos um rio de hormônios que nos fazem ter mil variações de auto-estima, mas quando engravidamos, esse rio vira uma corredeira radical e tudo que acontece em nossas vidas nos leva em segundos do muito feliz para o muito triste.

13/10/2015

Meu corpo após duas gravidezes

Depois do nascimento dos filhos, muitas vezes ficamos de lado, não é mesmo? A falta de tempo, o cansaço, as inúmeras tarefas, as prioridades que agora são outras, fazem com que a gente se esqueça ou deixe de cuidar de nós, do nosso corpo e do nosso bem-estar. Mas o é ideal encontrar um equilíbrio. Hoje, a mamãe Fernanda contou para gente o que mudou depois de duas gravidezes.

"Nunca fui sarada, nem muito vaidosa. Sempre digo que meus melhores atributos físicos são meus cabelos e meu sorriso, o resto é bem comum mesmo. Brasileira misturada com italiano e árabe, já viu, né?

Quando engravidei não me preocupei em não engordar pq nunca fui sequer gordinha, então imaginei que não iria engordar muito na gestação também. Ao todo foram 10 quilos na primeira gravidez e 9 na segunda.

08/10/2015

Meu filho com síndrome de down

O relato de hoje é da Rita Moraes, mãe do Rafael, portador da síndrome de down, que é uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21, que afeta o desenvolvimento do indivíduo, determinando algumas características físicas e cognitivas.

"Com carinho lembro-me bem da minha infância. Os sonhos de casar e ter filhos sempre me acompanhavam. Colocava em minhas brincadeiras de criança almofadas dentro da blusa para brincar de gravidez. Após o nascimento, minhas bonecas tornavam-se filhas. Com a graça de Deus realizei meu sonho de infância.

Hoje estou casada e com dois filhos maravilhosos. Após quatro anos decidimos engravidar. Planejamos com antecedência, fizemos todos os exames e com quatro meses de gestação meu sonho foi interrompido por um aborto espontâneo, vivenciando assim meu primeiro luto. Não é fácil em seu coração enterrar o sonho do filho tão desejado e amado.

06/10/2015

Meu bebê com síndrome de Edwards

A Síndrome de Edwards é uma doença genética causada por uma trissomia do cromossomo 18, que causa malformações graves, como problemas cardíacos e respiratórios, cabeça pequena e pés com sola arredondada, por exemplo, que impedem a sobrevivência do bebê. Geralmente, a síndrome de Edwards é mais frequente em gestações nas quais a grávida tem mais de 35 anos de idade. O bebê tem baixa expectativa de vida, normalmente, consegue sobreviver até cerca de 3 meses após o nascimento.

A mamãe Marília dividiu com a gente sua linda história com o pequeno Thales.

"Engravidei inesperadamente aos 39 anos de idade em 2003. Na época já tinha dois filhos adultos do meu primeiro casamento e não pensava em engravidar novamente. Após 9 meses de uma gravidez tranquila, Thales nasceu em maio de 2004. Logo após o parto percebi problemas com a saúde do meu filho.

01/10/2015

Maternidade: não adianta planejar, precisa vivenciar!

A Deborah Masiviero Huff é mãe do Thiago e contou para gente como foi a sua experiência durante e depois da gravidez que foi super planejada.

“Ser mãe foi algo muito planejado para mim. Sempre soube que seria mãe e, por incrível que pareça sempre me imaginei mãe de um menino, bem sapeca. Meu desejo foi realizado!

Após três anos casados, recém-chegada de uma viagem ao exterior, meu marido e eu entendemos que havia chegado a hora. Fui ao médico, comecei a tomar vitaminas e, para minha surpresa, após um mês já estava com o exame positivo em mãos. Nossa, que emoção! Tirei foto do teste de farmácia, comprei uma chupeta e fiz um bilhetinho pro marido: “parabéns papai do ano!”.

29/09/2015

Amor em dose dupla

A Wanessa resolveu compartilhar sua história com a gente. Em 2012 ela recebeu a notícia que ia ser mamãe de gêmeos, e desde desse dia, sua vida mudou completamente. Hoje, ela veio contar um pouco dessa história surpreendente que está vivendo como mãe da Valentina e da Bia.

"Prazer, meu nome é Wanessa, mas desde o dia 24/09/2012 sou conhecida como mãe da Bia e da Valentina. Alguns também me chamam de Wan ou de mãe da #preferidaepredileta. Antes desses 3 anos, eu nunca me via como “mãe”. Jamais me imaginei cuidando de duas crianças. De repente, em março de 2012, descobri que brotava em mim o mais puro dos sentimentos. Escutei de tudo, desde o: nossa, que lindo ter gêmeos! Até um, que doideira. Vão ser 3 longos anos. É bem isso, ou melhor, um mix disso. 

24/09/2015

A primeira terceira gravidez ninguém esquece

Muitas mães dizem que a gravidez é um momento único na vida de uma mulher. E, a mamãe que tem mais de um filho costuma dizer que cada gravidez é uma nova experiência com desafios novos e mais aprendizado. A Evelyn Dias contou para a gente como foi a sua terceira gestação.

“Tenho 3. Sei que sou uma mulher experiente em matéria de gravidez, parto, bebês. Mas, o primeiro terceiro filho, ah, isso é diferente!

Vivemos em uma sociedade em que as famílias continuam se formando. As mulheres não deixaram de casar e ter filhos; apesar de estarem no mercado de trabalho, dividem as responsabilidades e despesas do lar, buscam crescimento profissional, estudar, o auto-desenvolvimento, lazer, saúde, beleza. Ufa! Todos os papéis sendo equilibrados como um número de malabarismo de circo e uma cobrança interna e externa que acompanha o nosso dia com 24 horas somente. Aquela sensação de culpa que ronda quando me sinto cansada, sem tempo, estressada, fugindo do modelo de mulher bem-sucedida: linda, elevada autoestima, confiante, carreira ascendente, culta; se casada, com 2 filhos, no máximo: um casal – menina e menino, tão óbvio! A essa culpa, costumo chamar de “chicotinho”. 

22/09/2015

Depressão pós-parto


A depressão pós-parto ocorre logo após o parto e atinge cerca de 10% das mulheres. As mamães podem notar sintomas como tristeza e desesperança. Devido às alterações hormonais do final da gravidez, muitas mulheres têm alterações de humor e crises de choro após o parto, que passam em poucos dias. 

No entanto, a depressão pós-parto é mais intensa e com maior duração. Uma mulher acometida por ela fica cada vez mais ansiosa e tomada por sentimentos desagradáveis. Confira abaixo os sintomas mais comuns, mas lembre-se que mesmo que você tenha alguns deles, nem sempre será um quadro de depressão, por isso, é muito importante procurar ajuda médica para o diagnóstico e tratamento correto, que pode incluir remédios e terapia. 

17/09/2015

Amamentar: o sonho vira realidade

O leite materno é considerado o alimento mais importante e completo para um bebê. Nele contém todos as proteínas, gorduras e vitaminas que os nossos pequenos precisam. O leite ainda conta com anticorpos e glóbulos brancos que são essenciais para proteger os nossos filhos contra doenças. E nada como um relato de uma mãe que passou por essa experiência incrível que é amamentar para deixar outras mulheres mais seguras quanto a essa fase, a Acácia Lima contou como foi e como está sendo:

"Quando minha filha nasceu a única certeza que eu tinha, além do gigantesco amor que me dominou, era que eu queria amamentá-la exclusivamente até o sexto mês. Entretanto, já na maternidade percebi uma certa dificuldade na mama esquerda.
As enfermeiras que me acompanhavam durante os dias no Santa Joana me ensinaram a "pega": desde como segurar minha filha, até reconhecer se ela estava sugando direitinho. 

Li em alguns sites que a auréola deveria ficar toda coberta pela boquinha da Mariana e ficava muito inquieta com isso, pois pensava "como uma boquinha tão pequena poderá cobrir toda a auréola"?

Depois de uma semana em casa minha mama esquerda estava muito dolorida. Usei pomadas que amenizavam, mas não resolviam. Depois de 15 dias eu cheguei a gritar de dor duas vezes. Chorei muitas. Meu marido não sabia mais o que fazer. Eu sofria muito, felizmente só com uma mama.

Quando minha filha completou 1 mês eu telefonei para o Santa Joana e conversei com uma enfermeira. Ela me orientou a passar meu leite na mama e deixar secando ou no sol ou embaixo de uma lâmpada mesmo. Em dois dias minha mama estava bem melhor! Depois disso, foi uma melhora sem fim, até que não sentia mais dor alguma.

Amamentei exclusivamente até os seis meses, nem água minha filha tomava, só meu leite. A Mariana tem hoje 1 ano e 20 dias e, para minha felicidade (e saúde dela), ainda mama. Cada vez que vejo aquele rostinho lindo me olhando enquanto mama, mexendo no meu rosto ou no meu cabelo, quase choro de tanta emoção.

Quando um dos dentinhos de baixo estava nascendo, a Mariana ficou 3 dias sem comer nada! Para meu desespero, nem frutinha raspada ela queria. Ela só mamava, e muito porque já tinha fome de quem já conhece comida. Foi com muita gratidão que pude alimentar a minha filha exclusivamente, de novo, com meu leite. Saber que ela não passaria fome, que eu estava pronta para nutri-la com o que há de mais saudável nesse mundo para ela foi uma grande felicidade. E ainda é.

Gravidinhas e mamães, não abandonem a amamentação quando surgir o primeiro problema (ele vai surgir!). Insistam, vale a pena! Procurem ajuda profissional, conversem com as amigas que já passaram por isso e continuaram amamentando. Além do vínculo afetivo, a saúde do seu bebê agradecerá (e você também, por consequência). Além disso, é muito mais fácil sair e viajar quando seu bebê só mama no peito: não precisa esquentar mamadeira, nem esterilizar, nem carregar aquela mala enorme com tantos apetrechos. Sem falar na baita economia, rs, uma lata de leite custa uma fortuna e nós, mães, temos o alimento mais impagável do mundo."

A amamentação contribui também para o desenvolvimento emocional da criança, pois promove uma forte ligação emocional com a mãe que transmite para o pequeno segurança e carinho. Todos esses benefícios colaboram e facilitam nas relações interpessoais das crianças e no desenvolvimento psicomotor. Esse gesto tão verdadeiro e nobre que é amamentação ainda promove a flexibilidade na articulação das estruturas que participam na fala e estimula também o padrão respiratório do bebê.

Para as mamães, os benefícios também são muitos, como maior segurança, queima de calorias que facilitam a recuperação do peso antigo, o útero regressa ao tamanho normal rapidamente e a protege da osteoporose e do câncer de mama e do ovário.

Acácia Lima é mãe da Mariana e engravidou depois dos 40 anos. Teve uma gravidez saudável e tenta ser uma mãe melhor a cada dia; mulher, esposa, empresária e amiga também.

*Esse depoimento encontra-se no capítulo "Amamentação" do nosso primeiro livro. Leia outros depoimentos, bem como textos de profissionais convidados adquirindo o livro através do link: http://bit.ly/2gbmuNY